A folha de papel em branco: dizem que é o maior pesadelo de qualquer criativo. É o vazio, é a ausência de um norte. Engraçado, pra mim, o papel em branco sempre foi o lugar onde as coisas começam: O último lançamento da Chanel, Harry Potter, A Bíblia, o episódio final de friends, o ultimo hit da Rihanna... todos eles vieram de um mesmo lugar. É preciso o nada pra chegar a algum lugar. E comigo não podia ser diferente.
Lá estava eu fuxicando entre as prateleiras de uma super loja de design em Nova York ( melhor viagem da minha vida, por sinal) quando encontro um caderninho. Não um caderninho qualquer, afinal, ele era branco. E quando eu digo branco, eu quero dizer TODO branco... nem linhas impressas nas folhas tinha. Achei aquilo tão gozado, resolvi levar.
E eu comecei então a preencher aquele caderno branco. Com o que? Com vida, oras. Frases que me interessavam, lembretes, referências... ou simples desabafos. E então eu vi que dividir anotações faz as páginas ficarem muito mais coloridas. Aqui eu vou escrever sobre tudo o que sempre deu vontade, mas nunca tinha onde: novidades, moda, propaganda, design, inutilidades... afinal, meu caderno começou a ficar pequeno, e qual a graça de guardar tudo isso só pra mim?
Cheiro,
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário